Dedicado às mulheres inteiras e ativas de todas as idades, cores e formas. Mulheres que interagem e abraçam a vida como der, puder e vier.
Sempre desejadas!








Mostrando postagens com marcador Sônia Araripe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sônia Araripe. Mostrar todas as postagens

Puro samba


A cantora Tania Malheiros volta ao Bar Cariocando, no Catete, no dia 10 de novembro (quarta-feira), às 20h, com o show “Puro Samba”. No repertório, “Pelo Telefone”, de Donga e Mauro de Almeida, o primeiro registrado (1916); “Se você jurar”, de Ismael Silva, e de contemporâneos como “Nomes de favela “, de Paulo César Pinheiro, “Morrendo de Saudade”, de Wilson Moreira e Nei Lopes, “Nasci pra sonhar e cantar”, de Dona Ivone Lara, entre outros.

Estará em companhia dos músicos Tiago Machado (violão), Leandro Samurai (cavaquinho) e Buzunga (percussão). “Estou feliz por estar às vésperas dos 10 anos de carreira, me preparando para lançar meu primeiro CD, brevemente, se Deus quiser”, comenta.

Tania começou a cantar na infância, em Niterói, por influência do pai, o cavaquinista Mucio de Sá Malheiros, já falecido. “Com papai no cavaquinho, eu cantava nas rodas de samba no fundo de nosso quintal”, lembra. Formada em Jornalismo, voltou aos palcos no ano 2000, quando deu canja no Candongueiro (reduto de samba em Niterói) e no pagode da Tia Elza, no Jardim Botânico. Incentivada por amigos e sambistas, fez um ano de aula de canto com Glória Queiroz até o primeiro show no ano seguinte. E não parou mais. “Tenho sido muito ajudada por amigos que vão a quase todos os meus shows e sem eles nada seria possível. Sou gratíssima”, comenta.



SERVIÇO

Dia 10 de novembro: (QUARTA) - às 20h

Bar Cariocando: Rua Silveira Martins, 139 – Catete.

Tel.: 2557-3646 - Censura 14 anos. Entrada: R$ 15,00

Estacionamento ao lado. A casa aceita todos os cartões

Sustentável para quem, cara pálida?


Não tem jeito. A turma dos marqueteiros de plantão não dá mesmo trégua. Depois do caso denunciado aqui recentemente de "greenwashing" dos bichinhos da Nestlé (leia no blog Plurale) agora é a vez do merchandising verde.

Isso mesmo.

A novela "Passione" ontem, mostrou que a fábrica de bicicletas da família Gouvêa - liderada na trama por Fernanda Montenegro, interpretando Beth Gouvêa - fará um lançamento de bicicleta com plástico verde, produzido a partir da cana-de-açúcar.

Isso mesmo. Vem a ser a nova tecnologia desenvolvida pela Braskem, do poderoso grupo Odebrecht (foto). Saiba mais sobre a tecnologia clicando aqui. O nome da fabricante não foi citado, mas o personagem Mauro - vivido na trama pelo ator Rodrigo Lombardi, agora na presidência da fábrica de bicicletas - conversava com sua namorada, vivida por Carolina Dieckmann, a Diana.

"Será um sucesso! Sustentabilidade!", vibrava o jovem executivo.

Vale? É verdadeiro? Não pareceu nem um pouco. Soou falso e fora de propósito na trama.

Bom, no mínimo, os marqueteiros de plantão escolheram muito mal lugar e hora. A tal Metalúrgica Gouvêa está mergulhada em um mar de falcatruas e má gestão. De sustentável não tem nada. Apenas nos últimos capítulos, Saulo, o filho de Beth faldrou a contabilidade para lesar o Fisco; o personagem Fred (vivido por Reinaldo Gianechini) não vê a hora de passar a perna em todos; a empresa perdeu mercado por causa de um produto sabotado pelo presidente anterior (Saulo); os funcionários sofrem assédio moral o tempo todo e, como se não bastasse, a própria Beth e Mauro negociaram com concorrente passar um projeto inédito para retirar Saulo do cargo.

Enfim, tudo o que uma empresa sustentável não mereceria ilustrar.

Sustentável para quem, cara pálida?

Mulheres de peito


Sônia Araripe, Editora de www.plurale.com.br

Na blogsfera há um zilhão de blogs.

Ideias, ideais, geniais, outras nem tanto.

Com tempo tão escasso, a solução é ir "pescando", selecionando na rede o que cada um gosta mais. E, felizmente, como cada um tem um gosto, vão sendo criadas redes e laços. Inteirativa acaba de ganhar outro blog irmão. Ou irmã, como preferirem.

"Mulheres de peito" da genial jornalista Ivna Maluly. Radicada em Bruxelas há alguns anos, Ivna, carioca da gema (na verdade, de Itaipava/Petrópolis, foi trabalhar por lá e acabou encontrando o amor de sua vida.

Casaram-se e tiveram Elias, um fofo, que está hoje com 5 anos. Há cerca de dois anos, talvez um pouco mais, a jornalista descobriu que estava com câncer de mama. Foi um choque. Tratou-se na Bélgica, com grandes especialistas. Fez todo o tratamento, passou por aquela barra, que todas sabem ou imaginam, é pesadíssima.

Uma das partes mais difíceis foi lidar e explicar pro pequeno Elias o que estava acontecendo. Completamente curada, Ivna tomou coragem e resolveu contar para o mundo esta história. A de como é ter que contar para as crianças sobre o câncer e todo o tratamento.

Ela está lançando um livro lindo para crianças. E acaba de postar também um blog bem de coração aberto sobre toda a experiência vivida para que sirva, de alguma forma, de ajuda para outras mães e mulheres na sua situação. Algo como o diário do filme/ livro Julie & Julia, só que de um tema diferente - e bem mais sério - do que as receitas culinárias apresentadas.

Haverá lançamento do livro no Rio em 27 de novembro, na Livraria do Museu da República, no Catete, a partir das 17h: daremos todos os detalhes. Acompanhem o "Mulheres de peito". E comentem lá o que acharam. Vejam se não é muito interessante.

Associação de Canto Coral do Rio de Janeiro apresenta Concerto/ Entrada franca


Associação de Canto Coral do Rio de Janeiro apresenta um Concerto no auditório da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, com o programa:

Quatro canções eslovacas de Béla Bartók ,
Romanceiro, sobre poema de Garcia Lorca (foto), com violonista e solistas da UFRJ.
Cantique de Jean Racine, op.11, de Gabriel Fauré, com acompanhamento ao piano.

18:00hs da próxima quinta- feira, dia 30.09.2010.
Entrada franca

Av. Presidente Wilson, 231, Centro/ ABL/ Auditório/ 1 andar

Renan Cepeda: exposição Night Painting


Felicidade termos trabalhado ao longo da vida com belíssimos profissionais. Como o fotógrafo Renan Cepeda, dos bons tempos do Jornal do Brasil. Para conhecer parte da obra basta visitar a exposição Night Painting de Renan Cepeda, a partir de 14 de setembro, no centro cultural do Flamengo, Oi Futuro. A Expofoto mostra imagens feitas em completa escuridão. Apenas com uma lanterna comum e duas câmeras, utilizando eventualmente alguns filtros, Cepeda ilumina as cenas noturnas criando as paisagens e retratos de insólita beleza, que compõem a mostra. As fotos ficarão projetadas na parede do nível 8 até 17 de outubro. Além desta exibição, o trabalho de Cepeda está permanentemente disponível na galeria virtual de fotografias do site do Oi Futuro (www.oifuturo.org.br/expofoto), assim como as demais Expofotos que estiveram no centro cultural.



Assim como em uma pintura, o artista constrói a paisagem, decidindo qual e como cada elemento da cena será contemplado pela fonte de luz em suas mãos, para que passe a existir na fotografia. Sem monitoramento, Cepeda precisa dominar a porção de luz que irá expor e sua direção, já que em completa escuridão, a única coisa visível é o foco da lanterna. O resultado final é sempre uma surpresa e somente é visualizado com a revelação da película. Todos os efeitos de luz e sombra, cores e formas são realizados apenas com a luz no ato do registro fotográfico, sem nenhuma manipulação posterior.



Renan Cepeda é reconhecido pelas pesquisas artísticas sobre técnicas fotográficas incomuns, como a fotografia infravermelha _ que estuda desde 1991 e que já rendeu a sérieInvisíveis e a coleção Night Paintings, em que aplica processos de iluminação pontual sobre paisagens no sertão brasileiro. Ele começou a fotografar em preto e branco com apenas 11 anos e profissionalizou-se em 1987. Como fotojornalista, colaborou para as maiores publicações do país e foi correspondente da agência francesa SIPA-Presse no Rio de Janeiro. Em 1996, fundou oArte de Portas Abertas no bairro carioca de Santa Teresa e é presidente da Chave Mestra – Associação dos Artistas Visuais de Santa Teresa. Atualmente, Cepeda dedica-se totalmente à fotografia de arte.


Serviço:

Oi FUTURO – Flamengo

Night Paintings (Nível 8)

De 14 de setembro a 17 de outubro

De terça a domingo, de 11h às 20h

Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo
(21) 3131-3060

Entrada franca

Classificação etária: Livre

Curadoria: Pedro Agilson

www.oifuturo.org.br

www.oifuturo.org.br/expofoto

Flashes da inauguração da exposição de Oscar Araripe






Postamos agora alguns flashes da inauguração da exposição "Flores", do pintor Oscar Araripe, radicado em Tiradentes (MG), na Academia Brasileira de Letras( ABL), no último dia 1 de setembro.
Contou com a presença de imortais, como Sérgio Rouanet, Domínio Proença Filho e Murilo Melo Filho, artistas e amigos.

A exposição continua em cartaz até outubro. Mais detalhes alguns posts abaixo. É gratuita.

Flores, de Oscar Araripe, na ABL



O pintor Oscar Araripe, carioca da gema, radicado em Tiradentes (MG) há anos, lança amanhã, na Galeria Manuel Bandeira, da Academia Brasileira de Letras, no Rio, sua bele exposição "Flores". São 24 acrílicos sobre telas sintéticas. Obras belíssimas como as que postamos aqui.

A curadoria é de Alexei Bueno e a coordenação geral de Cidinha de Alencar Araripe.

Nesta quarta, dia 1 de setembro, a partir das 18h. No prédio da ABL, aquele preto grande, Av. Presidente Wilson, 231, esquina com Antônio Carlos. Quem não puder estar na abertura, poderá visitar "Flores" até o dia 8 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h. Entrada gratuita.

Segue abaixo o texto que Oscar preparou para apresentar a expo que marca seu retorno ao Rio após 18 anos (a última foi no CCBB).

"Revolução em Pintura é pintar um novo jarro de flores.

A Pintura é uma arte extremamente difícil que se deve fazer com muita facilidade.

Pretensiosa pretensão. Desvairada arte.

São apenas jarros de flores, de flores apenas.

Síntese: Fazer de tudo, de tudo fazer, para depois só flores pintar.

Prefiro os jarros que não são flores, as flores de arte e a arte que cria as flores. Nada mais justo, nada melhor que uma “natureza morta”, bem vivida e pintada.

Falasse eu de flores. Mas não. Falo de borboletas. As flores não valem nada. Farfalhas, papalotes, papillons, mariposas, butterflies, borboletas são farfalas, papalotes, papillons, mariposas, butterflies. Psyche. Nada mais.

Olhai, amados senhores, estas novas toalhas de mesa. Vejam este vermelho de fogo, este dourado digno da tenda de Saladino. Este preto de pó preto, que mal vejo, e que é feito de osso cremado. Azul. Azul é obra do amarelo, grande senhor do Sol, o melhor amigo de meus ombros. Balas de Laranja. Lembrança, sabor. Infância, rosa-de-meninice. Frutas, flores nos quintais dos gozos repostos.

Receber com flores. Nada melhor.

Nada maior.

Olho o jardim do céu e pinto flores- flores são mais flores quando já não o são.

Pintor, ouso diser: - as cores não existem. Existe a arte e a arte faz a vida e a vida as cores. Sem vida não é cor; é tinta. Cores, tintas... Umas não existem, outras não valem nada.

Olhar a natureza, fechar os olhos, e pintar.

Por pintura na inteligência. Amo o talento que corrige a regra e a emoção.

A Pintura é o silêncio. Palavras podem vir depois, nunca antes, raramente durante. Maior que o silêncio da natureza só o silêncio de um bom quadro.

A linha é libertária; deve-se desenhar pintando. Tanto quanto a cor, a linha revela o pintor. Não sou moderno. Muito menos contemporâneo. Sou pessoal, fora do centro, talvez arcaico.

Pinto na Horizontal, num cavalete horizontal, bem perto da tela-, ando em volta da pintura, mas sem recear pisá-la. Preciso de um só pincel, algumas tintas e o Sol.

O verdadeiro dinheiro é a pintura. Status é ter e cuidar de um jardim. Quanto mais poesia, mais poder.

Veloz como a vida numa pintura.

Eu pinto flores para viver de cores e morrer alegre
."

Oscar Araripe / setembro de 2010.

Exposição de fotos do Pantanal


Virgínio Sanches é comunicador dos bons e fotógrafo de primeira. Com foco sempre na natureza. Lança nesta segunda-feira, dia 23 de agosto, exposição de fotos tiradas no Pantanal ao longo dos últimos anos: Caminho do Paraíso. Na FNAC do Barra Shopping, às 19h. Ele também dará uma palestra para contar como foi esta experiência incrível. Programa imperdível!

Um relato incrível


Com toda esta polêmica envolvendo a sentença de morte por apedrejamento da iraniana Sakineh, foi publicado hoje no Corrreio Braziliense o artigo de outra iraniana com uma história de arrepiar também. E o título já diz tudo: "Pude provar de suas lágrimas”. Leia agora o relato da escritora Marina Nemat (foto) .

Festival Viva Ankito homenageia o genial comediante brasileiro


Maria Lúcia, querida, este é especial para você. Eu só vi em retrospectivas e adoro! Imagino que vc tb deva amar esta turma toda. O bacana é que é todo gratuito, bastando retirar senha antes. Como é um programão, deve ficar cheio. Recomendamos chegar cedo.

Ao lado de Oscarito, Zé Trindade, Grande Otelo e Mazzaropi, ele foi um dos grandes nomes do período do cinema brasileiro conhecido como chanchada. Protagonizou mais de 30 filmes, todos recordes de bilheteria, como Os Três Recrutas, Marujo por Acaso, Rei do Movimento, O Boca de Ouro, Sai dessa Recruta e Metido a Bacana. Agora, Anchizes Pinto, o popular Ankito, morto em 30 de março de 2009, será reverenciado em grande evento no Centro Cultural Correios.

Durante cinco dias, o Festival Viva Ankito – de 10 a 15 de agosto – apresentará mostra de filmes, paineis de conversa, mesas-redondas, exposição de fotos e documentários, resgatando um momento histórico do cinema nacional. E tudo com entrada franca.

O público poderá acompanhar os filmes que marcaram a época de ouro das chanchadas, quando a dupla Ankito e Grande Otelo brilhava nas telas em Pé na Tábua, É de Chuá e Os Três Cangaceiros, de Victor Lima, E o Bicho não Deu e Vai que é Mole, de J.B Tanko, e Um Candango na Belecap, de Roberto Farias. Antes das exibições, haverá um painel de conversa com a participação de jornalistas, pesquisadores como Hernani Heffner, diretores de cinema e TV, como Roberto Farias e Maurício Sherman , atores e atrizes que atuaram ao lado de Ankito, como Adelaide Chiozzo, Myrian Tereza, Íris Bruzzi e Lya Mara. Estará também presente a escritora Denise Casais Pinto, viúva do homenageado e autora do livro Ankito, minha vida .....meus humores”.

Paralelamente às sessões de filmes, que acontecem às 12h 30m e às 18h 30m, será realizada uma exposição de fotografias, com os registros históricos da trajetória de Ankito, passando pelo circo, cassino, cinema, teatro e televisão, reunindo aproximadamente 50 imagens do acervo da família, da produtora Herbert Richers e da Funarte, além de reproduções de cartazes de filmes. Também será exibido um vídeo com depoimentos de amigos, atores e diretores, e uma entrevista histórica do comediante, onde ele fala da sua vida e da carreira profissional.


Com o circo nas veias, um dos mitos da chanchada nacional

De família circense, Ankito era filho do palhaço Faísca e sobrinho do famoso palhaço Piolim. Começou a atuar profissionalmente no circo aos sete anos de idade, no perigoso globo da morte. Onze anos mais tarde, chegava aos shows no Cassino da Urca, como acrobata, na época considerado um esporte, e que lhe rendeu cinco vezes o título de campeão sul-americano. Em seguida, ingressou no teatro, substituindo por uma noite o ator principal da companhia. Porém fez sucesso e permaneceu no elenco. Contracenou com Grande Otelo no show Bahia Mortal, já com a carreira consolidada. Em 1952, foi convidado para participar durante três dias das filmagens de É Fogo na Roupa, mas a produção elogiou tanto seu trabalho que os três dias passaram a ser 39,e seu nome passou a encabeçar o elenco dos créditos. Ankito continuou a fazer shows pelo Brasil com uma companhia de vedetes, em clubes e cinemas, que sempre exibiam um filme dele antes de cada espetáculo.

Em 1966, participou do filme em episódios As Cariocas, de Fernando de Barros, Walter Hugo Khouri e Roberto Santos. Atuou também em O Escorpião Escarlate, de Ivan Cardoso, e Beijo 2348/72, de Walter Rogério, ambos de 1990.

Na televisão, sem contar os programas humorísticos, fez parte do elenco da TV Tupi, da Record e da Bandeirantes. Mais tarde, na Globo, trabalhou em novelas, como Gina, com Cristiane Torloni; Marina, com Edson Celulari, e A Sucessora, de Manoel Carlos. Em 2005, fez o personagem "Falecido", em Alma Gêmea. Atuou também em várias minisséries e participou da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, como o “Soldadinho de Chumbo” e “Curupira”.

Ankito morreu aos 84 anos, vítima de neoplasia pulmonar. Desde 2007, lutava contra um câncer no pulmão. Duas semanas antes de sua morte, seu estado de saúde se agravou, o que levou o comediante a se afastar das gravações do programa Zorra Total, da Rede Globo.

Programação de Filmes

14 de agosto, sábado - Vai que é Mole
De J.B. Tanko, com Ankito, Grande Otelo e Jô Soares

15 de agosto, domingo - É de Chuá
De Victor Lima, com Ankito, Grande Otelo e Renata Fronzi

Sessões: às 12h30
18h30 (seguida de mesa-redonda com debates e depoimentos)

Entrada franca com retirada de senhas


FESTIVAL VIVA ANKITO

Abertura: dia 10 de agosto, terça-feira, às 18h 30m
Festival de Cinema: de 11 a 15 de agosto – sessões às 12h 30m e 18h 30m
Exposição: de 10 a 15 de agosto - Visitação: 3ª a domingo, das 12 às 19 horas
Local: Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro
Telefone: 2253-1580
Entrada franca
Classificação: Livre
Patrocínio: Correios
Concepção e coordenação do projeto: Leonardo Conde

Edição 18 de Plurale em revista


Da Equipe de Plurale em revista

Foto de um coleirinho por Sérgio Lutz, da Serra da Bocaina (Divisa RJ/SP)

Clique aqui e leia a versão digitalizada da edição 18

Ao partirmos para mais uma cobertura, nunca sabemos ao certo o que vamos encontrar. E foi assim que a Amazônia e sua biodiversidade cruzou esta edição por duas vezes de forma ímpar. O editor Carlos Franco esteve em Vitória (ES), a convite da Fundação Vale, para conferir de perto a exposição “Amazônia, a arte”. Conversou com a sensível Cláudia Andujar, que marcou história com sua bela arte ao imortalizar o povo Yanomani.

Se sua família – e de outros tantos milhões de judeus – foram marcados para morrer, Cláudia procurou, através de sua arte, marcar os índios para viver. Uma belíssima história contada, com o lirismo de sempre, em texto poético de Franco, que também descortina o olhar de outros artistas. Pela segunda vez, o verde e a exuberância amazônica cruzou nossos caminhos nesta edição. Desta vez, através da viagem de férias da jovem Aline Gatto Boueri, nossa correspondente de Buenos Aires, ao apresentar ao marido argentino a riqueza natural nos rincões dos afluentes do caudaloso Rio Amazonas, que tantas vezes repetimos nas aulas do ensino fundamental.

Casos e causos enriquecem nosso objetivo de mostrar um Brasil em transformação a cada novo número de Plurale em revista. Nícia Ribas conta como é a técnica do letramento, capaz de alfabetizar adultos, sempre com a dedicação dos mestres. Raquel Ribeiro revela que há alternativas menos agressivas à natureza para o ciclo menstrual das mulheres. Da Serra da Bocaina, na divisa do Rio de Janeiro e São Paulo, Sérgio Lutz descortina a beleza dos pássaros e seus segredos. Do coleirinho que ilustra a capa até a imponência de gaviões e carijós no ensaio que encanta. Letícia Freire, do portal Mercado Ético, parceiro de primeira hora, colabora apresentando como a união faz diferença na recuperação da região do Vale do Paraíba.

Articulistas – Antônio Everton Chaves Jr., Cláudia Cataldi e Dario Menezes - trazem novos temas para o debate sobre Sustentabilidade. A jornalista Elizabeth Oliveira apresenta como este tema poderá fazer diferença nas eleições que se aproximam, em outubro. E de xará para xará, Sônia Araripe entrevista Sonia Consiglio Favaretto, Diretora de Sustentabilidade da Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros – terceira maior do mundo em valor de mercado - sobre o processo de inclusão de práticas sustentáveis no dia-a-dia das empresas abertas brasileiras.

Boa leitura!

Imperdível: Chorando à toa no Café Pequeno (Leblon) neste sábado e domingo


A Escola de Música da Rocinha é uma instituição que há 15 anos desenvolve um projeto de Educação Musical nesta comunidade atendendo também alunos de comunidades próximas como Vidigal, Vila Canoas e Parque da Cidade. Em sua sede no Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare, espaço cedido pela Prefeitura do Rio, oferece aulas de instrumentos e canto coral já tendo atendido ao longo de sua história, seguramente, a mais de mil alunos.
Criado no início do ano de 2004 o grupo Chorando à Toa reúne cinco jovens formados na Escola de Música da Rocinha – Carla Mariana, Carlos Mendes, Diego Domingos, Paulo Victor e Renato Alves - que aprofundaram sua relação com o Choro e com o Samba a partir do curso de Prática de Conjunto desenvolvido na escola. A experiência de palco começou em atividades promovidas pela própria escola e logo veio o amadurecimento profissional com a seqüência de apresentações em festas e eventos diversos.
Ao longo de sua curta existência o grupo Chorando à Toa já apresenta em seu currículo a passagem por importantes espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro – Teatro João Caetano, Teatro Carlos Gomes, Sala Baden Powell, etc – e municípios vizinhos – Vassouras, Itaperuna, Silva Jardim, etc – e tem atuado com regularidade no circuito profissional apresentando principalmente repertório de choros, mas também, eventualmente, tocando sambas de linha mais tradicional seguindo a tendência do movimento musical carioca dos últimos anos. De 03 de setembro a 05 de outubro de 2009 o grupo viajou por cidades da Alemanha onde realizou 28 shows divulgando seu trabalho e ajudando a captar recursos para a Escola de Música da Rocinha.
De volta ao Brasil o grupo retoma a rotina de shows lançando seu primeiro álbum com shows no Espaço Rio Carioca, em Laranjeiras .
Descontraído é o primeiro CD do Chorando à Toa ( www.myspace.com/chorandoatoa ). O repertório traz treze músicas inéditas ou pouco difundidas, de compositores da atualidade que circulam pelo Choro e MPB, e estréia a dupla de compositores integrantes do grupo, Carlos Mendes e Paulo Victor, autores de três músicas, incluindo a que dá nome ao álbum. Jacob do Bandolim é o único consagrado, mas sua música, Maroto, faz parte de um acervo recém descoberto pela família sendo essa a sua segunda gravação. Alguns músicos convidados participam do CD com destaque para o grande clarinetista e saxofonista Paulo Moura que participou nas faixas Maroto (Jacob do Bandolim) e Chorando e Rindo (Célia Vaz).

Repertório:

1. Na Glória (Ary dos Santos e Raul de Barros); 2. Brejeiro (Ernesto Nazareth); 3. Acariciando (Abel Ferreira); 4. Descontraído (Carlos Mendes e Paulo Victor); 5. Flor Amorosa (Joaquim Calado); 6. Doce de Coco (Jacob do Bandolim); 7. Amaxixado (Valmar Amorim); 8. Seu Lourenço no Vinho (Pixinguinha e Benedito Lacerda); 9. Pelo Contrário (Luciana Requião); 10. Em Cima da Linha (Gilberto Figueiredo); 11. Gostosinho (Jacob do Bandolim); 12. Carioquinha (Waldir Azevedo); 13. Maroto (Jacob do Bandolim); 14. Assanhado (Jacob do Bandolim); 15. Noites Cariocas (Jacob do Bandolim); 16. Santa Morena (Jacob do Bandolim)


Serviço:
Shows do grupo Chorando à Toa.
Local: Teatro Café Pequeno (Avenida Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon)
Data: dias 7 e 8 de agosto, sábado e domingo.
Horário: 18 horas
Ingressos: R$ 20,00 (vinte reais) no sábado e R$ 1,00 (um real) no domingo.
Contato: Escola de Música da Rocinha - Gilberto Figueiredo – 21 31111165 / 91952367
em.rocinha@gmail.com / chorandoatoa2009@gmail.com

Lançamentos de livros


Luciana Rosa lançou no último domingo, na Travessa, "O planeta está com febre" (infantil). Vejam foto do evento, que foi muito concorrido.

No próximo dia 3 de agosto, terça-feira, será a vez de outro amigo, também muito bom nas letras, Altamir Tojal, lançar "O oásis azul do Méier", de contos. Também na Travessa, mas a filial do Shopping Leblon. A partir de 19h.

Boa notícia


A boa notícia é que, à medida que cresce a escolaridade dos brasileiros, aumenta também o número de leitores. No entanto, a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, organizada por Galeno Amorim e publicada em 2008 pela Imprensa Oficial: Instituto Pró-livro, aponta que a leitura cultural ainda é muito pequena. Dos 4,7 livros lidos per capta/ano no país, 3,4 são indicados pela escola, ou seja, apenas 1,3 não têm essa origem. O problema é que tanto a escola quanto a universidade preparam mão de obra para o mercado e, na maioria das vezes, exigem apenas a leitura de livros didáticos.

O estudo revela que os números são bem melhores. Em 2000 eram 26 milhões de leitores e uma média de 1,8 livro lido/ano. Em 2007, o número subiu para 66,5 milhões de leitores e 3,7 livros lido/ano. O Brasil vem reduzindo a taxa de analfabetismo nas últimas décadas. Hoje, 9% da população com 15 anos ou mais é analfabeta absoluta. De acordo com a pesquisa, 95 milhões de brasileiros lêm, enquanto 77 milhões não têm esse hábito. O Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) aponta que 67% dos brasileiros têm interesse na leitura, mas o número de livros comprados ainda é pequeno: 1,2 habitante/ano.

Até bem pouco tempo, cerca de mil municípios brasileiros não tinham biblioteca e, em muitas cidades ainda não existem livrarias. E o mercado editorial vem crescendo à medida que o acesso à leitura, a diminuição do analfabetismo e o crescimento do poder de compra da população, aumentam. Segundo dados do SNEL – Sindicato Nacional das Editoras de Livros, também de 2008, as editoras de obras gerais venderam 63,5 milhões de exemplares.

Quem não gosta de samba......


Pois então. Como ninguém tá doente do pé, nem é ruim da cabeça, como eternizou em famoso samba o inesquecível Dorival Caymmi, aí vai uma ótima pedida.

Tânia Malheiros é jornalista das boas. Especialista em energia nuclear e todo tipo de matéria que requeira uma boa investigação. Hoje em dia é assessora de imprensa, com carreira premiada como coleguinha de redação.

Apesar do Jornalismo, sempre gostou de samba. E quem não gosta, não é? Pois então, resolveu também mergulhar de cabeça no sonho e passou a ser também cantora nos fins de semana. Profissional. Uma voz linda!

Quem quiser conferir, vai aí o convite para o próximo show de Tânia. Na Lapa, dias 22 e 29 de julho (quintas), no Niño de Artes Luiz Mendonça, às 20h. O ingresso custa R$ 15 e os músicos também são de primeira: Rafael Lobo, Buzunga, Leandro Samurai e Wellington Moreira. "O samba da minha terra deixa a gente mole.....quando se samba todo mundo bole...."

p.s. Tive a felicidade de assistir dois shows do Dori. Um com os filhos todos. De arrepiar!

Blog de artesanato


Confira o novo blog da dublê de jornalista e criativa artesã Aline Sá.

Já é criativo pelo nome: Artesanato d`Lynn.

As peças são super interessantes.

Como esta pulseira da foto: do fundo do mar diretamente para embelezar o seu braço. Pulseira com estrelas - somente na cor verde - feita com fio de nylon em perfeito acabamento, que cai bem para qualquer idade. Preço: R$12,00.

Príncipe ou cinderela?


Jornalistas lançam guia bem humorado para as mulheres descobrirem se têm mesmo um homem para chamar de seu

Por Sônia Araripe*
Foto: Divulgação/Cris Lacerda

A mulher veste um pretinho chique para festa, faz uma escova básica e a primeira pergunta que o seu “ficante” lhe pergunta é aquele vestido “des-lum-bran-te” é Prada. Em outra situação, o rapaz forte da academia acaba virando seu namorado. E um dia, depois de muito se olhar no espelho, pergunta para a namorada se ela não acha que ele precisa de uma boa lipoaspiração. Estas e outras situações devem acender o sinal amarelo. Em tempos de Copa, podem até render cartão vermelho. O tão sonhado príncipe pode ser, na verdade, uma cinderela. A partir do depoimento real de uma executiva – batizada com o nome fictício de Sofia, que se descobriu casada com um gay enrustido - as jornalistas Consuelo Dieguez e Ticiana Azevedo resolveram escrever um guia para ajudar mulheres – e, porque não, também os moçoilos ainda dentro do armário – a descobrirem de que lado estão. O recém-lançado Cuidado! Seu príncipe ou pode ser uma cinderela, da Editora BestSeller, Grupo Editorial Record (208 págs, R$ 19,90), já entrou na lista dos mais vendidos da Revista Veja. E despertou o interesse de quem deseja ver a ideia transformada em filme.


Mas seria mais um best-seller de auto-ajuda? “Digamos que seja uma auto-ajuda bem humorada. O livro dá dicas das mais óbvias às mais sutis para as mulheres identificarem um gay no armário. Sim, porque tem muita mulher que não enxerga até os sinais mais aparentes de que aquele deus que ela paquera é gay”, conta Ticiana. O livro dá dicas, mas o objetivo, advertem as autoras, não é deixar leitores neuróticos para descobrir quem é príncipe ou cinderela. Divorciada, sempre bem-humorada, Ticiana dá uma gargalhada solta quando conta que já paquerou alguns belos mancebos que descobriu serem gays. Se transformaram em amigos. Consuelo, casada há 15 anos com um príncipe, adverte que não há receita milagrosa. “Não há homem ideal, assim como também não há mulher ideal. Temos que encontrar parceiros sabendo que os príncipes, às vezes, viram sapos e depois voltam a ser príncipes.” Como boas apuradoras, as jornalistas ouviram vários depoimentos – de gays, de heteros, de médicos, de professores de academias, etc - para construir este divertido livro. A seguir confira a entrevista de Consuelo e Ticiana.

***

Como surgiu a ideia de escrever o livro?
Consuelo Dieguez
- Nós, de vez em quando, falávamos dessa questão de gay no armário já que muitas amigas e conhecidas viviam reclamando de terem conhecido homens maravilhosos que, no final, eram gays. A Ticiana mesmo, há uns seis anos, estava interessada em cara que ela desconfiava que fosse gay. Ela me pediu que eu fosse com ela num almoço para conhecer o tal paquera. Eles ficaram amigos e ele acabou contando que era mesmo gay. Mas o que deslanchou o projeto foi o encontro, no ano passado, com uma executiva conhecida nossa, que nos contou que, após sete anos de casada, descobriu que o marido era gay. Ela, que no livro aparece com o nome fictício de Sofia, nos perguntou se não gostaríamos de escrever sua história. Nós topamos na hora. Achamos que é um tema super atual.

O tom do livro é engraçado ou é do tipo "auto-ajuda"?
Ticiana Azevedo
- Digamos que seja uma auto-ajuda bem humorada. Como a própria Sofia contou sua história de forma super bem humorada (hoje ela já deu a volta por cima), nós achamos que a melhor maneira de abordar esse tema que é dramático para os dois lados -- tanto para a mulher quanto para o gay no armário -- era de uma maneira leve e divertida. O livro dá dicas das mais óbvias às mais sutis para as mulheres identificarem um gay no armário. Sim, porque tem muita mulher que não enxerga até os sinais mais aparentes de que aquele deus que ela paquera é gay.

Contaram com a ajuda de quem "viveu" situações parecidas para fazerem o livro como se fosse um guia?
Consuelo e Ticiana
- Depois das conversas com Sofia nós fomos fazer nossas "pesquisas" de campo. Ouvimos mulheres que viveram essa situação, gays, ex-gays no armário, heteros, médicos, psicólogos, professores de academia de ginástica, promoter de boates gays, modelos que saem com gays que precisam de uma mulher ao lado como disfarce e mais um monte de palpiteiros. Incrível, todas as vezes que falávamos que estávamos escrevendo um livro sobre o assunto, sempre tinha alguém com uma história para contar. Por isso, todos os depoimentos e situações narradas no livro são reais. Apenas trocamos os nomes das pessoas.


E devem também ter ouvido muitos relatos de como está cada vez mais difícil mesmo para mulheres lindas, como vocês, encontrar um príncipe de verdade?
Consuelo
- Eu já estou casada há 15 anos com meu príncipe, que não é cinderela. Ticiana é divorciada e já topou com uns gays enrustidos, mas não chegou a namorá-los porque percebeu a tempo a armadilha. Mas acho que encontrar o príncipe é difícil para todas nós. Mesmo porque, nenhum homem é principe o tem todo. Homem ideal não existe, assim como não existe a mulher ideal. Acho que temos que encontrar parceiros sabendo que os príncipes, às vezes, viram sapos e depois voltam a ser príncipes. O complicado é quando eles são cinderelas e usam as mulheres para disfarçar sua opção sexual. E isso parece que tem sido cada vez mais frequente.

Diante do sucesso, já pensaram em um desdobramento do lançamento?
Ticiana
- No momento nós estamos focadas na divulgação do nosso livro. Mas já recebemos propostas para transformar o livro em filme. Essa é uma idéia que nos empolga bastante.

Depois que lançaram, tiveram muitos retornos de mulheres confirmando que há mesmo muitos príncipes que são cinderelas?
Consuelo e Ticiana
- Muita gente nos deu retorno relatando experiências parecidas com as relatadas no livro. Outro dia, fizemos um evento numa livraria no Rio, e várias mulheres vieram nos procurar para contar suas histórias. Outras queriam que respondessemos se seus maridos ou namorados eram ou não gays. Bom, esse tipo de consultoria nós não damos. (risos) Apenas damos as dicas. Cada uma, usando o seu bom senso, é que tem que chegar a conclusão se seu príncipe é ou não uma cinderela. Sim, e é bom lembrar, que apesar das nossas dicas, sempre existem exceções.

Nestes tempos modernos, tiveram também algum retorno de quem tenha confessado ter uma cinderela em casa e ser muito feliz?
Consuelo e Ticiana
- Olha, até topamos com situações como essas. Mulheres que escreveram que já se relacionaram com gays e foi ótimo. Mas isso vai da cabeça de cada um, não é?

Na linha do "politicamente corretos", chegaram a receber alguma crítica de ONGs que defendem os homossexuais? Afinal, ser gay é natural, o difícil é sair do armário.

Consuelo
- Não ouvimos nenhuma crítica de ONGs e nem de movimentos gays. Já sofremos alguns ataques isolados de alguns gays. Mas é incrível. Pelos comentários que fazem, essas pessoas sequer leram o livro e tiraram suas conclusões por causa de uma ou outra nota de jornal. O livro não tem nada contra gays, pelo contrário. Nossa crítica é ao gay enrustido. Tanto que chamamos o jornalista Gilberto Scofield, um gay assumidissimo, nosso amigo, para escrever o prefácio do livro. E ele mesmo critica o comportamento dos enrustidos. Considera não só covardia, como um grande egoísmo o cara não se assumir e arrastar uma infeliz junto com ele. O mais legal é que temos tido retorno de ex-gays enrustidos que nos contaram, com muito humor, que se identificaram com várias situações vividas no livro. Muitos gays assumidos, que já estiveram no armário, nos disseram que, antes de lerem o livro, pensavam que poderia ser algo ofensivo aos gays e que descobriram, após a leitura, que o livro não só é elogioso aos que têm coragem de se assumir, como um estímulo para os enrustidos saírem do armário. Para pararem de fingir, de sofrer e de fazer outras pessoas sofrerem.

*Jornalista, é casada com o mesmo “príncipe” – quase “santo” - por lhe aturar por exatos 20 anos. Editora de Plurale em revista e Plurale em site, com foco em Sustentabilidade. E-mail: soniaararipe@plurale.com.br. Publicada inicialmente em Balaio de Notícias.

Aniversário do Jardim Botânico do Rio


Para comemorar seus 202 anos, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro preparou uma programação especial para os dias 11 e 12 de junho, com oficinas de ilustração botânica, atividades de educação ambiental, lançamento de livro e roda de ciranda.

A programação começa na sexta-feira, às 9h30, com a oficina de ilustração botânica. Serão duas turmas para crianças e uma para adolescentes a adultos, no parquinho infantil. Em caso de chuvas, as oficinas serão transferidas para a Coleção de Plantas Medicinais. As atividades no Laboratório Didático de Educação Ambiental serão das 11h às 15h, na Casa de Pacheco Leão.

Às 14h30, na portaria 04, em frente ao Centro de Visitantes, haverá a inauguração das catracas de acesso ao JBRJ. O lançamento do livro “Mata Atlântica: Manual de Adequação Ambiental”, pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas/ Ministério do Meio Ambiente, acontece às 14h40, no Centro de Visitantes.

A programação se estende ao sábado, com uma roda de ciranda organizada pela equipe de Acervo e Memória. Com música da Tribo do Tambor e do Curso Livre de Batucada, o evento é uma forma de resgate da memória do sítio arqueológico da Casa dos Pilões, onde, no século XIX, existiu uma fábrica de pólvora. A roda acontece às 10h, no gramado do Centro de Visitantes.

Ninguém tem memória?


Maria Lúcia querida, desculpe o sumiço. Muito trabalho, felizmente.
Viver a Vida terminou e entra agora esta Passione, do Silvio de Abreu.
Ainda não seu para sentir direito, vi uns primeiros capítulos que mostravam mais a Itália e agora só assisto de vezzzzz em quando.
Tão gostando?
Eu, sinceramente,estou achando uma chatice.
Tem a Mariana Ximenes, quase como um anjo mau, vilã doida, trabalhando muito bem. A Maitê tá um show! Linda, né? Mas num fala de camisinha? É pá-pum e nada de educação sexual? Vai lá.....Tem uma avó nojenta que protistui a neta adolescente. E tem, é claro, o todo-todo Tony Ramos que fica bem em quaaaalquer nacionalidade, né Angel? Indiano, grego, chinês, africano... uma loucura! Pode ser que ele ainda salve a novela.
Mas eu queria saber de você, Maria Lúcia, querida. Você tem boa memória, eu sei.
Pode a estupenda Cleyde Yacónis fazer o papel de SOGRA da Fernanda Montenegro? E o Leonardo Villar de SOGRO? Porque eles precisariam ter pelo menos 20 anos a mais do que a Fernandona. Tem outra, calma. O Flávio Migliaccio é TIO do Cuoco. Mesmo que fosse uma diferença menos, sei lá 10 anos, faz sentido?
Ninguém mais tem memória!
Você sabe, não é, são todos contemporâneos. Uns com um pouco mais de "estrada", outros com menos. Mas super contemporâneos. Tá fake, tá estranho.
No mais, fico aqui, aguardando os comentários de vcs. Vai ver, vcs tão adorando.
bjs

p.s. Aliás.... o que será que a fofa da Cleyde inventa às escondidas com o motorista? Eu acho que ela tem aulas de computador e jogam pôquer(risos).

Natureza em ritmo de Copa

Parece mentira, mas não é. O pesquisador Marcos Victoriono, engenheiro agrônomo responsável pelo apoio das aulas práticas de Agronomia da Faculdade Cantareira, flagrou no último dia 10 de maio, um inseto "em ritmo de Copa do Mundo".

Torcendo pelo Brasil, claro!

A imagem foi captada na Fazenda experimental da Instituição, na região da Serra da Cantareira uma das maiores Florestas Urbanas.

O gênero é Chromacris, e a espécie Chromacris speciosa. Nome popular: grilo ou gafanhoto.