Dedicado às mulheres inteiras e ativas de todas as idades, cores e formas. Mulheres que interagem e abraçam a vida como der, puder e vier.
Sempre desejadas!








PROPOSTA AOS PARTIDOS POLÍTICOS E RELIGIOSOS – ADOTEM AS CRIANÇAS DESDE A GESTAÇÃO

Publicado em por midiacrucis

Aos partidos políticos e religiosos do Brasil que são contra o aborto:

As diversas religiões do país contrárias ao aborto e os membros do PSDB deveriam tomar para si a responsabilidade de dar apoio financeiro e psicológico às mães gestantes e de criar e manter até a faculdade todas as criança nascidas por exigência da Lei feita por homens e mulheres que entendem o aborto como crime.

Manutenção financeira feita pelos membros do PSDB e dos partidos coligados, do partido do PSDB e coligados e dos dízimos recebidos pelos pastores e padres das igrejas e templos que fervilham país afora. Essas mesmas igrejas e partidos, membros das diversas ordens religiosas e partidos politicos, poderiam criar creches para acolher as crianças.

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2005

O estudo mostra também que o aborto é uma das principais causas da mortalidade materna. E afirma que as regiões que mais sofrem com o problema são o Norte e o Nordeste.

De acordo com o Ipas, de 2000 a 2004, ocorreram 697 mortes em conseqüência de gravidez que termina em aborto, principalmente de mulheres com idade entre 20 e 29 anos (323 óbitos no período).

Grupos de idade
Óbitos por aborto (2000 a 2004)

10 a 19 anos 119
20 a 29 anos 323
30 a 39 anos 219
40 a 49 anos 36
Total (10 a 49 anos) 697

leia mais: Estudo ONG abortos

NÓS FIZEMOS ABORTO”

Fonte: Veja 17/09/97

Mulheres de três gerações enfrentam a lei, o medo
e o preconceito e revelam suas experiências

Andréa Barros, Angélica Santa Cruz e Neuza Sanches


Tata Amaral, cineasta

Cássia Kiss, atriz

Edna Roland, psicóloga

Cissa Guimarães, atriz

Ruth Escobar, empresária, e a mãe, Marília

Elba Ramalho, cantora

Marli Medeiros, líder comunitária

Marília Gabriela, jornalista

Maria Adelaide Amaral, escritora

ELAS RESOLVERAM FALAR. Quebrando o muro de silêncio que sempre cercou o aborto, oito dezenas de mulheres procuradas por VEJA decidiram contar como aconteceu, quando, por quê. Falaram atrizes, cantoras, intelectuais mas também operárias, domésticas, donas de casa. Falaram de angústia, de culpa, de dor e de solidão. Também falaram de clínicas mal equipadas, de médicos sem escrúpulos, de enfermeiras sem preparo, de maridos e namorados ausentes. A apresentadora Hebe Camargo contou que, quando era uma jovem de 18 anos, ficou grávida do primeiro namorado e foi parar nas mãos de uma curiosa que fez a cirurgia sem anestesia nem cuidado. A atriz Aracy Balabanian, a Cassandra do Sai de Baixo, ficou grávida quando estava chegando aos 40 anos e dando fim a um longo relacionamento. Resolveu fazer o aborto, convencida de que a criança não teria um bom pai nem ela seria capaz de criá-la sozinha. Metalúrgica da Força Sindical, a mineira Nair Goulart, 45 anos, fez dois abortos nos anos 70 por motivos econômicos. Ela e o marido, também operário, ganhavam pouco, viviam num quarto de despejo e não teriam meios de educar nenhum filho.

Quando o Congresso brasileiro debate a regulamentação de uma legislação que autoriza a realização de aborto apenas em caso de estupro e de risco de vida para a mãe como está previsto no Código Penal desde 1940 , a disposição das mulheres que falaram a VEJA não é apenas oportuna, mas também corajosa. Embora o 1º Tribunal do Júri de São Paulo, o maior do país, já tenha completado mais de uma década sem condenar nenhuma mulher em função do aborto, a legislação estabelece para esses casos penas que vão de um a três anos de prisão. E a maioria delas não fez aborto pelos motivos previstos em lei, mas porque, cada uma em seu momento, cada uma com sua história pessoal, considerou as circunstâncias e concluiu que interromper a gravidez era uma saída menos dolorosa do que ter um filho que não poderia criar.


Nair Goulart, metalúrgica

Vera Gimenez, atriz

Ivonete da Silva, faxineira

Arlete Salles, atriz

Tereza Rachel, atriz

Vânia Toledo, fotógrafa

Aracy Balabanian, atriz

Angela da Silva, doméstica

Cláudia Alencar, atriz

Cynthia Sarti, antropóloga

Zezé Polessa, atriz
Fonte: MídiaCrusis

Canastrice

Autor(es): Agencia o Globo/Nelson Motta
O Globo - 08/10/2010

Na novela "Passione", Gerson é um personagem que tem um vÍcio secreto e se trata com um terapeuta, interpretado não por um ator, mas por um terapeuta de verdade. O dr. Flávio Gikovate tem um sólido conceito profissional, mas como não é ator e nem tem técnica de interpretação, não está conseguindo convencer como? o que realmente é: um terapeuta competente. Qualquer ator competente, sem entender nada de terapia mas bem dirigido, seria mais convincente. Às vezes, a tentativa de dar "mais verdade" às cenas pode levar o público a acreditar menos.

Alguns profissionais vitoriosos em outras áreas têm também um talento natural para a interpretação. Entres eles, o diretor de cinema e publicidade Fernando Meirelles destaca Lula como o maior ator em atividade. Mesmo exagerando e sentimentalizando o seu personagem, Lula consegue convencer o público interpretando-o com emoção e eficiência. Pode-se gostar dele ou não, mas Lula raramente é canastrão. Mesmo quando finge acreditar em suas próprias mentiras.

Mas são casos raros, a maioria dos políticos, ao interpretar os seus próprios personagens, revela sua irremediável canastrice. Mas mesmo assim, e por outros meios, vão em frente e conseguem fazer carreiras, apesar da canastrice. Como galãs ou vilões, canastrões têm sempre o seu lugar no cinema e na televisão, porque divertem as massas como caricaturas, e, por contraste, valorizam os atores de verdade. Canastrões fazem história, desde o bíblico Victor Mature de "Sansão e Dalila" ao caubói Ronald Reagan, que canastrava na tela, mas não como presidente dos Estados Unidos, seu melhor papel, que interpretou tão bem que se tornou um grande presidente de verdade.

Dilma e Serra podem ser bons gerentes, ministros ou presidentes, mas interpretando eles mesmos, com script dos marqueteiros, são dois canastrões. Os piores momentos são quando eles tentam parecer mais simpáticos, doces e afetuosos do que são. Pior, só se chorassem. Mas agora a novela acabou e começa o Big Brother.

Uma das vitórias de Marina foi expor essa canastrice, sendo e convencendo como intérprete - e autora - de si mesma.

Sustentável para quem, cara pálida?


Não tem jeito. A turma dos marqueteiros de plantão não dá mesmo trégua. Depois do caso denunciado aqui recentemente de "greenwashing" dos bichinhos da Nestlé (leia no blog Plurale) agora é a vez do merchandising verde.

Isso mesmo.

A novela "Passione" ontem, mostrou que a fábrica de bicicletas da família Gouvêa - liderada na trama por Fernanda Montenegro, interpretando Beth Gouvêa - fará um lançamento de bicicleta com plástico verde, produzido a partir da cana-de-açúcar.

Isso mesmo. Vem a ser a nova tecnologia desenvolvida pela Braskem, do poderoso grupo Odebrecht (foto). Saiba mais sobre a tecnologia clicando aqui. O nome da fabricante não foi citado, mas o personagem Mauro - vivido na trama pelo ator Rodrigo Lombardi, agora na presidência da fábrica de bicicletas - conversava com sua namorada, vivida por Carolina Dieckmann, a Diana.

"Será um sucesso! Sustentabilidade!", vibrava o jovem executivo.

Vale? É verdadeiro? Não pareceu nem um pouco. Soou falso e fora de propósito na trama.

Bom, no mínimo, os marqueteiros de plantão escolheram muito mal lugar e hora. A tal Metalúrgica Gouvêa está mergulhada em um mar de falcatruas e má gestão. De sustentável não tem nada. Apenas nos últimos capítulos, Saulo, o filho de Beth faldrou a contabilidade para lesar o Fisco; o personagem Fred (vivido por Reinaldo Gianechini) não vê a hora de passar a perna em todos; a empresa perdeu mercado por causa de um produto sabotado pelo presidente anterior (Saulo); os funcionários sofrem assédio moral o tempo todo e, como se não bastasse, a própria Beth e Mauro negociaram com concorrente passar um projeto inédito para retirar Saulo do cargo.

Enfim, tudo o que uma empresa sustentável não mereceria ilustrar.

Sustentável para quem, cara pálida?

Dica para o fim de semana em Brasília - Cartas de Amor com Dedina Bernardelli


Veja uma palinha no clipe

RECICLAGEM - FECHAR SAQUINHOS

Olha que ideia excelente para reciclar tampas de pet.!
Bem, ainda não testei , mas parece ser bem funcional...

Corte logo abaixo do gargalo, usando tesoura ou outro cortador

Passe o saco plástico por dentro do gargalo cortado.
Depois, basta fechar com a tampa.

Eleições 2010

Para ajudar na hora da votação o jornal O Globo preparou uma cola que dá até para imprimir.

Procure em quem vai votar que será montado um quadro como se fosse uma cola para a hora da votação.

Basta clicar aqui.

Vote consciente!